sábado, 28 de março de 2009

A cabana no campo sem paredes


















A cabana no campo sem paredes
No campo verde amplo e profundo
Não escondeu seu corpo nu
Nem encobriu seu gozo
Que o céu azul despedaça:
Busco voar nessas marcas,
Mas o encontrei imerso na paisagem
Não parecia pastor
Nem estando sentado à margem da estrada
Para onde, depois do amor, eterno
Retornou.
No seu sorriso eterno havia um perfume.

2 comentários:

Jefferson Bessa disse...

o bucolismo na simplicidade de um ato de amor que passa e deixa o perfume.

Um abraço, amigo!
Jefferson.

ROGEL SAMUEL disse...

Este é um poema antigo, realmente bucólico. Obrigado pela leitura.